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Você tem uma chamada perdida de Chakushin Ari

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O que você faria se recebesse uma ligação do seu próprio celular, sob um toque que você não possui, e ao verificar sua caixa postal ouvisse uma mensagem com sua própria voz e datada alguns dias mais tarde? É essa a situação da qual Yumi se vê rodeada. O que ela é capaz de fazer para salvar sua vida e a de seus amigos?

Boa noite, passageiros! (ノ≧∀≦)ノ Como vocês estão? O que têm assistido ultimamente? Pergunto isso porque a postagem de hoje será sobre um filme. Até a semana passada (com uma entrevista super bacana com a Adriana Lisboa), eu estava me dedicando somente aos livros. Durante muito tempo me preocupei em encontrar obras e autores nipônicos sobre os quais eu pudesse falar e indicar pra vocês. Mas como a Dango Café não se trata apenas de livros, mas também de filmes (e eventualmente de séries), decidi trazer pra vocês um clássico do terror japonês. Alguém aí conhece Chakushin Ari? Talvez não por esse nome, mas aposto que se eu disser que é o original de Uma chamada perdida muitos de vocês já se situam no assunto. Como sou amante do clássico terror japonês, trarei para vocês nas próximas postagens indicações de ótimos filmes desse gênero para quem quer sentir a adrenalina e tomar uns bons sustos. Afinal, os orientais são os mestres do terror. (゜ロ゜)ギョェ!!


Durante uma conversa no banheiro com sua amiga Yumi, Yoko ouve seu celular tocar sob uma estranha música, mas ela não o pega à tempo de atendê-lo. Parece desconfiada, já que não possui aquele toque em seu celular. Ao verificar o número de origem, viu que tratava-se do seu próprio, e, muito espantada, dediciu ligar para a caixa postal. O que ela ouviu foi a sua própria voz e um som de trem ao fundo, ambos seguidos de um grito. Ao terminar de ouvir a mensagem, ela estava datada para dali dois dias. O que tudo aquilo significava? Yoko ignora o acontecimento e volta para casa. Dois dias depois, enquanto caminhava pela rua, Yoko telefona para Yumi e as duas jogam conversa fora até que o inesperado acontece: Yumi ouve Yoko murmurar as mesmas frases que estavam na mensagem do celular e começa a ouvir um som de trem. Yumi lembra-se da estranha ligação e alerta Yoko, mas depois de ouvi-la gritar o celular desliga. No dia seguinte a morte de Yoko é anunciada após encontrarem pedaços seus espalhados na linha do trem. Ao procurar respostas, Yumi ouve algumas meninas comentando sobre uma lenda urbana, uma maldição, de um estranho toque de celular que anuncia a morte de quem o recebe, e que passa de aparelho em aparelho das pessoas que morrem pra alguém de sua agenda de contatos. Será que Yumi também receberá a ligação? O que será que estará reservado para ela?



Por já ter assistido ao remake americano (que, por sinal, nem chega aos pés do original), eu já tinha ideia do que se tratava o filme e que rumo ele tomaria no final. Confesso que me surpreendi em algumas cenas e, apesar do filme ser antigo e a atuação não ser lá essas coisas, o enredo me prendeu do começo ao fim. Diferente dos filmes americanos, e eu sempre falo isso, o terror japonês apela muito para o bizarro, o estranho, o terror psicológico. Dificilmente você vê muito sangue nos bons filmes. Não tem gente sendo desmembrada e mutilada explicitamente, nem uma enxurrada de sangue, mas um bom enredo e cenas intimamente trabalhadas, onde os mínimos detalhes contribuem para deixar o ambiente mais macabro. E é isso que pesa! Já pensou ter medo de um filme só de ler a sinopse? ヽ(ヽ>ω<) Isso sim seria incrível.



Este primeiro filme da sequência Chakushin Ari não é o melhor do gênero, mas se ele é considerado clássico há um motivo, certo? Se comparado a filmes novos, feitos com muito mais qualidade e recursos, Chakushin Ari pode não parecer tão bom assim, mas ele já foi considerado um dos filmes mais assustadores. A personagem principal, Yumi (interpretada por Kou Shibasaki), não é tão carismática assim, mas o detetive que a auxilia na busca por respostas sim. Ele faz o tipico lobo solitário: Sua irmã também foi vítima do toque macabro e ele está investigando o caso por conta própria. Acaba se vendo envolvido com Yumi, já que ambos têm o mesmo objetivo. O(≧∇≦)O A produção conta com todos os cenários que um bom filme de terror tem direito e um final surpreendente.




Minhas primeiras impressões foram boas, não sei se porque já sou amante do cinema japonês e fã até da maneira como as pessoas se expressam nele. Sugiro que leiam outras resenhas sobre o filme e recomendo que assistam, mesmo que não gostem estarão conhecendo um pouco mais do estilo japonês nos filmes de terror. Na próxima edição do Dango Café, trarei outro filme de terror pra vocês. Até mais!

Kissu (*・∀・)/

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