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A magia de Fruits Basket

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Bom dia, passageiros! \(~O~)/おはよぉ Aqui quem escreve é a Nana (jura?) e hoje a Universo Deka será apresentada por mim. Antes que se perguntem "o que essa intrometida da Nana está fazendo aqui? Já não basta vermos ela na Dango Café toda semana?!" quero esclarecer que estou repostando uma super review que foi feita no ano passado. Tomei a coluna da Padozora um pouquinho emprestada para trazer para vocês uma das séries mais conhecidas e aclamadas do universo Shoujo: Fruits Basket (carinhosamente apelidada pelos fãs de Furuba não, não é suruba seus pervertidos). Vez por outra trarei à tona algumas matérias antigas, feitas quando ainda não trabalhávamos com colunas aqui no site, e que foram bem recebidas pelos leitores.
Fruits basket é a obra mais consagrada de Natsuki Takaya, uma mangaká muito, mas muito talentosa. A historia é original e fala sobre Tohru, uma estudante colegial que se vê envolvida pelo mundo mágico e maldição que cercam a família Sohma, que, digamos, são um pouquinho fora do normal. E aí, prontos? (〃^∇^)ノわぁい♪


Honda Tohru é uma garota sorridente e feliz que cursa o segundo grau. Seu pai morreu quando ela tinha apenas 3 anos e desde então ela tem vivido muito bem com sua mãe. Um dia, enquanto assistia aula, recebeu a notícia de que sua mãe havia morrido num acidente de carro. Depois da tragédia, Tohru ficou sabendo que teria de morar com seu avô paterno, com quem tinha tido pouco contato até então, mas que a casa estava em reforma e que, a pedido dele, ela deveria ficar com uma de suas amigas por alguns dias até que tudo estivesse terminado. Com o desejo de não incomodar ninguém, Tohru arma uma barraca no meio de um bosque e passa a viver ali, sozinha e por conta própria. Andando pelo bosque, topa com uma casa enorme. E qual não foi a sua surpresa quando ela descobriu que o proprietário da casa era ninguém menos que Yuki Sohma, o garoto cobiçado da escola? Junto dele, mora também seu primo Shigure, que tem uma personalidade muito espontânea, hilária e levemente abusada. E, pra completar, ainda tem Kyo, um ruivinho muito mau-humorado e chato (isso me parece terrivelmente familiar, por algum motivo). Tohru acaba se envolvendo com eles e descobre o terrível segredo da família Sohma: São amaldiçoados.

Sohma Shigure, o cínico

Honda Tohru, a típica abobalhada fofinha

Sohma Yuki, o cobiçado da escola

Sohma Kyo, o bad boy problemático

Já ouviram falar do Juunishii? A versão japonesa do zodíaco chinês? Reza a lenda que Deus decidiu dar uma festa e chamou os animais, salientando que não se atrasassem de jeito nenhum. O rato, traiçoeiro, enganou o gato mentindo sobre o dia da festa. Por essa razão, o gato não entrou para o zodíaco. E se eu disser que um grupo de 12 pessoas da família Sohma (que é enorme) foi amaldiçoado pelo zodíaco? Cada um deles se transforma em um animal do Juunishi quando é abraçado por alguém do sexo oposto ou seu corpo fica fraco. Yuki, o garoto popular da escola de Tohru, é o rato, Kyo o gato (razão essa que faz ambos se odiarem) e Shigure o cachorro. Aos poucos, Tohru vai conhecendo todos os outros amaldiçoados e se envolvendo cada vez mais nessa história mágica.
O anime possui 26 episódios e foi dirigido por Akitaro Daichi, mas parou no equivalente ao sexto mangá, que é contado em 23 volumes.

Juunishi, a representação japonesa

Fã clube do Yuki praticando bullying com a coitada da Tohru

A descoberta
Os mangás de Furuba da autora viciada *tem toda a coleção*

Furuba é o único shoujo que, pra mim, é nota 11. Uma história original, com personagens cativantes, muito drama, cenas engraçadas e conflitos que a gente realmente passa no dia a dia. O fato de haver muitos personagens também é bacana, torna-se mais fácil para quem assiste achar alguém com quem se identifique plenamente. Tem personagem para todo gosto! \(^▽^\) Durante a série eu percebi que muitos dos considerados secundários tiveram sua história exposta e real importância no desenvolvimento da trama, diferente de séries onde o foco é voltado exclusivamente para o protagonista (ou os, se houver mais de um) e marginaliza todos os outros ou os tornam apenas ferramentas para fazer as coisas rolarem no arco principal. O tamanho da obra também é muito importante e faz muita diferença no momento da escolha. Há quem goste de séries intermináveis, mas eu (e acredito que muita gente também) acredito que o ideal seja uma série nem muito longa e nem curta demais. Mesmo o mangá de Furuba não é muito extenso (é contado em apenas 23 volumes), mas não dá para sentir falta de nada. Toda a história, que é bem complexa e intrincada, é muito bem distribuída nos volumes do mangá e quem já leu sabe o quão emocionante ela é. O final da série é bem definido, mostra como cada arco da história acabou ou vai continuar, outro ponto que considero de extrema importância.

É uma história que te faz chorar loucamente, mas também te mata de rir. Mexe profundamente com você, te tira do sério, te faz ter raiva, tristeza, ataques de fofura e até medo. Acredito que esse poder venha do fato de Furuba ser bem verossímil, retratar sentimentos que as vezes temos medo de demonstrar, vergonha de sentir e, ao mesmo tempo, vontade de pôr para fora. Por isso, super recomendo a todos os amantes não só do gênero do shoujo, mas de mangá. É uma história emocionante e que com certeza merece ser vivida por todos.

Até mais (⌒∇⌒)ノ""マタネー!!

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